Missa em ação de graças celebra 80 anos do Diácono Ariston e encerra 18 anos de serviço na Paróquia Santíssima Trindade
Celebração reuniu sacerdote, diáconos, familiares, amigos e paroquianos em uma noite de fé, gratidão e emoção
A Paróquia Santíssima Trindade viveu, no último domingo, 13 de setembro de 2026, uma celebração marcada pela fé, pela gratidão e pela emoção. A Santa Missa em ação de graças pelos 80 anos de vida do Diácono Ariston também marcou o encerramento de sua atuação como diácono em exercício na comunidade, após 18 anos de dedicação ao serviço da Igreja.
Mais do que uma despedida de suas atividades regulares, a celebração foi uma oportunidade para agradecer a Deus por uma vida colocada a serviço e reconhecer uma trajetória marcada pelo amor à liturgia, pela dedicação à comunidade e pela disponibilidade para servir ao povo de Deus.
80 anos de vida e uma história de fé
Celebrar 80 anos é celebrar uma história. No caso do Diácono Ariston, essa história se confunde, em muitos momentos, com a própria caminhada da Paróquia Santíssima Trindade.
Ao longo de 18 anos de ministério diaconal, sua presença esteve ligada à vida litúrgica e pastoral da comunidade. Foram anos de celebrações, encontros, amizades, aprendizados e, sobretudo, de serviço.
A Santa Missa foi, assim, um momento de ação de graças por sua vida e por sua vocação. Cada ano de ministério representa uma parte de uma história que permanece na memória daqueles que tiveram a oportunidade de caminhar ao seu lado.
Com o encerramento de sua atuação regular, Ariston inicia uma nova etapa como diácono emérito. A mudança representa o fim de uma rotina ministerial, mas não o fim de uma vocação, de uma história ou dos vínculos construídos ao longo de tantos anos.
18 anos de serviço à comunidade
O ministério diaconal é marcado pelo serviço. Na liturgia, no anúncio da Palavra e na presença junto à comunidade, o diácono é chamado a tornar concreto o amor de Cristo por seu povo.
Foi nesse espírito que o Diácono Ariston viveu seus 18 anos de ministério na Paróquia Santíssima Trindade. Sua caminhada foi construída a partir de uma presença constante e de uma disposição para colaborar com a vida da Igreja.
A celebração também recordou que uma vocação não se resume às funções exercidas. Ela se revela nas relações construídas, nos gestos de cuidado, nas celebrações partilhadas e no testemunho deixado para aqueles que permanecem.
A família e a presença de Penha
Entre os momentos mais significativos da celebração esteve a presença da família, dos amigos e de tantos paroquianos que fizeram parte dessa caminhada.
Ao lado do Diácono Ariston, sua esposa, Penha, também foi lembrada com especial carinho. Sua presença recordou que uma caminhada ministerial nunca é construída de forma isolada. Por trás de tantos anos de serviço existem também o apoio, a compreensão, a parceria e a presença daqueles que compartilham a vida cotidiana.
Penha esteve ao lado de Ariston em uma noite que não celebrava apenas o encerramento de uma etapa ministerial, mas toda uma história de vida, fé e família.
Sacerdote e diáconos unidos em ação de graças
A celebração contou com a presença do pároco, Padre Adriano Cézar, e dos diáconos Francisco e Carlos Henrique. A participação dos ministros ordenados expressou a comunhão da Igreja e o carinho por aquele que dedicou tantos anos ao serviço da comunidade.
Também participaram da homenagem sacerdotes, diáconos e amigos que fizeram parte de diferentes momentos da trajetória do Diácono Ariston.
A presença de cada um deles ajudou a revelar que uma vocação também é construída por meio dos encontros que Deus proporciona ao longo da vida.
Uma homenagem preparada pela comunidade
Um dos momentos mais emocionantes da celebração foi a homenagem preparada especialmente para o Diácono Ariston.
O Assessor da Dimensão Litúrgica, Wendell, realizou a leitura de um texto dedicado ao homenageado, destacando sua vida, sua vocação e os 18 anos de serviço à comunidade.
Em seguida, a Pascom apresentou um vídeo com mensagens de sacerdotes, diáconos e amigos que fizeram parte de sua caminhada ministerial.
Participaram da homenagem Wendell, os diáconos Francisco e Carlos Henrique e o Diácono Germano, que também serviu com eles antes de ser transferido.
Também foram exibidas mensagens do Padre Alan Vieira, afilhado de Crisma do Diácono Ariston; do Padre Wallace Dahan, responsável por encaminhá-lo para o ministério diaconal; e do Padre Wellington Dahan, com quem Ariston serviu durante 15 anos.
O Vigário Paroquial, Padre Lucas Machado, e o pároco, Padre Adriano Cézar, também deixaram suas mensagens, recordando diferentes aspectos dessa trajetória.
A mensagem de Dom Alano
Entre as homenagens, um momento especial foi a participação de Dom Alano, hoje bispo emérito.
Foi Dom Alano quem ordenou Ariston ao diaconato, juntamente com os diáconos Germano e Francisco. Sua mensagem trouxe à celebração a memória daquele dia em que teve início uma missão que, ao longo dos anos, produziria tantos frutos.
Recordar a ordenação foi também recordar a origem de uma vocação que encontrou na Paróquia Santíssima Trindade um espaço para crescer, servir e construir relações.
Um novo capítulo, a mesma vocação
A celebração de 13 de setembro não foi apenas um encerramento. Foi, sobretudo, um momento de gratidão.
Ao iniciar sua caminhada como diácono emérito, Ariston leva consigo 18 anos de história na Paróquia Santíssima Trindade. Uma história feita de fé, serviço, amizades e incontáveis momentos vividos junto à comunidade.
Seu ministério permanece como testemunho para aqueles que caminharam com ele e também para as novas gerações que continuam chegando à Igreja.
A comunidade paroquial agradece a Deus pelos 80 anos de vida do Diácono Ariston, por sua vocação e por tudo aquilo que ele ofereceu à Igreja ao longo desses anos.
Que a Santíssima Trindade continue iluminando seus caminhos, fortalecendo sua fé e abençoando sua vida e sua família.
Diácono Ariston, muito obrigado por sua vida, por sua vocação e por seus 18 anos de serviço. A história continua, agora sob uma nova forma, mas com a mesma fé e o mesmo chamado a servir.

