5º DOMINGO DA PÁSCOA
A Comunhão se mostra no agir misericordioso! FELIZ DIA DAS MÃES!
É na unidade congregada pela fé que Jesus a promete, conforme apresenta o Evangelho deste 5º Domingo do Tempo Pascal.
Na prática os cristãos de língua grega passam a formar uma comunidade própria, sob a liderança dos diáconos. Alguns diáconos, como Estêvão e Filipe, além de cuidar das viúvas, começaram a pregar com entusiasmo o evangelho (At 6,1–7). Com isso cresceu muito o número de cristãos em Jerusalém e na Samaria.
É como o Papa Francisco disse: Prefiro uma Igreja que caminha e leva tombo a uma Igreja parada… que não cresce!
No Salmo 32, suplicamos: Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça da mesma forma que em vós nós esperamos.
Na 2ª Leitura (1Pd 2,4-9) atribuída ao apóstolo Pedro, o autor quer reavivar a fé no Senhor Jesus e elevar sua autoestima como cristãos. Exorta-os a se aproximarem de Jesus, a pedra viva rejeitada pelos homens, mas escolhida por Deus como a pedra principal.
“Não se perturbe o vosso coração” (Jo 14,1)
A consolação oferecida por Jesus, ao contrário, atua e cresce em ambientes onde cada um faz sua parte em benefício do todo, colocando-se a serviço não por prêmio ou reconhecimento, mas porque encontra o tesouro que Jesus deixou como herança no exemplo do Lava-Pés.
Já está mais do que claro que o mercado, a meritocracia e a especulação financeira não têm o que dizer num cenário pandêmico e desestruturante que a humanidade está vivendo.
Acreditar em Jesus e confiar na garantia de paz que ele oferece significa, portanto, converter o coração e mudar a perspectiva, retomando a convicção que a vida humana não se resume em nascer, crescer, ganhar, acumular, dominar e morrer e que este itinerário torna-se uma grande ilusão se não se deixa impregnar pela força dos verbos amar e servir.
Pela fé em Jesus, agora é possível “ver o rosto de Deus Pai”. Não é necessário esperar o fim do mundo para “ver” seu rosto. A presença de Jesus ressuscitado se manifesta agora nas palavras e obras dos fiéis que, animados pelo Espírito Santo, vivem o amor .
Neste belíssimo evangelho de hoje (Jo 14,1-12) aprendemos como é esse Deus do qual nossa vida será o culto, a celebração no mundo em que vivemos: ele tem o rosto de Jesus.
Uma data especial que não pode passar em branco: O Dia das Mães!
Este dia ganha novos significados em tempo de coronavírus. Por isso, neste Domingo onde celebramos o Dia das Mães, reafirmamos que isolamento social não precisa significar um isolamento emocional.
Vamos fazer uma vídeo conferência, ter um contato visual, conversar, tentar minimizar esse afastamento. Ver se o outro está bem, dar um beijo e um abraço virtual, o que também é uma demonstração de carinho. Não deixar de dizer à mãe o quanto é amada. Esta é uma situação a ser superada.
É hora de um incentivar o outro. Todos estamos aprendendo e vamos tirar daqui uma lição. Pela ausência física, cada vez mais percebemos o valor em estar presente, em contato com quem amamos.
A Paróquia Santíssima Trindade e respectivas Capelas, Santa Rita e Santa Terezinha desejam um feliz e abençoado Dia das Mães a todas as mulheres que independente de gerar, se colocaram e se colocam na vida, como instrumentos de Deus para cuidar de Sua criação.

