FORMAÇÃO

7º DOMINGO DO TEMPO COMUM – «Amarás o teu próximo como a ti mesmo!»

Neste domingo Jesus continua a propor, de forma muito concreta, a sua Lei de santidade, alimentando assim nossa espiritualidade com significativos textos.

A Primeira Leitura (Lv 19,1-2.17-18) nos é apresentada como uma grande motivação para a vivência do estado de “santidade” que é a “santidade” do próprio Deus, como se pode concluir no primeiro trecho Lv 19,2: “…Sede santos, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou Santo...” O termo utilizado indica a santidade do próprio Deus e a santidade na qual o povo de Israel é chamado a viver. No segundo trecho, Lv 19,17-18, encontramos uma lição a respeito do amor e do ódio.

O Salmo 102 (103) é um convite a louvar a Deus justamente porque Ele é “caridoso, misericordioso.” 

Na Segunda Leitura (1Cor 3,16-23) o apóstolo Paulo convida a comunidade de Corinto a ‘reconhecer a sua insensatez‘. De onde poderá surgir para nós a verdadeira sabedoria, senão da palavra de Deus?

O Evangelho de hoje (Mt 5,38-48) fala da decisão firme contra a violência – vv. 38-42,  do verdadeiro amor ao próximo – vv. 43-45 e da busca da perfeição, da santidade – vv. 46-48,  que é o chamado a viver uma vida “verdadeira”, um chamado a sermos “sinceros” e “transparentes” diante de Deus, sem duplicidade em nosso coração. Se assim formos, pouco a pouco também as virtudes morais vão crescendo em nós.

‘Somente os misericordiosos se assemelham a Deus Pai. “Seja misericordioso, como vosso Pai é misericordioso”’ – Papa Francisco, Santa Marta, set 2018.

Rigorosamente falando, é impossível que alcancemos a perfeição de Deus. Mas esta é a meta para que deve tender todo o discípulo de Cristo. Sendo sinceros, verdadeiros, transparentes, seremos um verdadeiro reflexo da própria presença de Deus para nossos irmãos.

Que Jesus nos conceda a graça de acolhermos a essência de seu ensinamento: o AMOR. Um abençoado domingo a todos!

Fonte: Reflexão com base no Livro Igreja em Oração – Nossa Missa no dia a dia, Ano V – Nº 62 – Ano A – Fevereiro 2020 – Edições CNBB – Pág. 94-96

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